sábado, 23 de março de 2013

Vida ou morte? - Willian Wallace

Escolhas da vida...


"Todos os homens morrem, mas nem todos vivem..."
                                                     Willian Wallace

segunda-feira, 4 de março de 2013

10 princípios para ser bem sucedido - Caio Fábio


01 - Creia que sua vida cumpre um propósito divino na terra. Você é influenciado pelos genes que herdou de seus pais e é bastante "circunstancializado" pelo meio no qual vive. Entretanto, mais forte que as determinações genéticas e os condicionamentos do meio social, é o seu chamado para ser. Você foi criado como um sacerdote neste universo de Deus. Por isso, você existe e sabe que existe. Encha sua consciência com esse significado. Quando você assumir sua vocação para ser, as outras pessoas vão "encontrar" você.

02 - Creia que seu dia ganha força e energia espiritual quando você ora. Portanto, ore sempre. Mesmo nos seus afazeres. Sempre que uma notícia ou informação lhe chegar, entregue-a a Deus. Ofereça a Deus os potenciais e as possibilidades que cada fato, percepção ou impressão lhe trazem ao coração. Além disso, pare um pouco todos os dias, ainda que seja só um pouco, e ore. Dê graças por tudo e abrace o Senhor no seu coração. Quando orar, peça coisas específicas, mas não se esqueça de sempre terminar de modo submisso e geral, dizendo: "Seja feita a tua vontade, assim na Terra como nos céu". Afinal, você não sabe se o que quer é o melhor. Mas o Senhor sabe!

03 - Creia que a maior inteligência que Deus lhe deu não é a intelectual nem a emocional, mas sim a inteligência. "O coração tem razões que a própria razão desconhece". Usar a cabeça (inteligência intelectual) e saber se relacionar com o próximo e as circunstâncias (inteligência emocional) é fundamental. Mas não é essencial. O essencial habita os mistérios do espírito, no mundo do coração. Portanto, dê atenção aos seus sonhos noturnos e aos seus sentimentos perceptivos. Quando você tiver uma "impressão", não a despreze de cara. Medite. Ore. Discirna. A resposta pode estar no passado. Mas, às vezes, trata-se de uma intuição profética. Pode ser um alerta sobre o futuro. Nesse caso, ore, corrija a rota e prossiga.

04 - Creia que quando alguém ama a Deus e ao próximo e respeita a vida, então tudo ganha sincronicidade e conectividade. Isso é apenas um outra forma de dizer que "todas as coisas cooperam para o bem dos que amam a Deus". O amor a Deus traz sentido para a sua vida. O amor de Deus transforma o cenário mais absurdo numa conspiração do bem.

05 - Creia que a leitura bíblica feita com os olhos do coração ilumina a alma e os caminhos da Terra. Ler a Bíblia é importante. Mas lê-la com os olhos da alma é essencial. Quem lê com o intelecto enxerga textos e os compreende. Quem lê com o coração discerne "caminhos sobremodo excelentes". Faça da leitura bíblica não apenas um meio de fortalecimento espiritual. Leia-a como caminho de descoberta e de insights para a sua visão do mundo, de si mesmo e de Deus.

06 - Creia que uma atitude mental positiva tanto é resultado de uma espiritualidade sadia como também pavimenta o caminho de todo ser humano bem-sucedido. Eu costumo dizer que mesmo ateus-positivos se dão melhor na vida que ateus-negativos. O mesmo princípio se aplica a cristãos.

07 - Creia que generosidade e dadivosidade são forças espirituais poderosas que atraem para quem as pratica as melhores oportunidades e possibilidades da vida. Por isso é tão importante dar dízimos e ofertas. Escolha causas, projetos e pessoas nos quais você acredita e dê no mínimo dez por cento dos seus ganhos para essas iniciativas. De fato, fazendo assim, você está abrindo portas invisíveis para você mesmo. E lembre-se: faça isso com entusiasmo e alegria.

08 - Creia que o que diferencia o fazer do não-fazer é apenas uma decisão seguida de gesto simples. Assim sendo, nunca adie o início de qualquer coisa na qual você acredita se a oportunidade se apresentar e seu coração responder com paz e fé. O gesto necessário, tanto para se levantar de cama quanto para levantar a cama, é um só: colocar-se de pé. Daí Jesus ter dito: "Levanta-te, toma teu leito e anda".

09 - Creia que a melhor composição de imagem exterior e de virtude interior para um cristão é aquela que combina a "simplicidade dos pombos" (imagem exterior) com a "prudência das serpentes" (virtude interior). Sendo assim, seja astuto por dentro e simples por fora. Sempre dá certo e protege a vida.

10 - Creia que a maior bênção de possuir uma consciência é poder usá-la para auto-examinar-se todos os dias. Quem se auto-examina resiste melhor às criticas, pois se utiliza delas para diminuir seus próprios equívocos, e se mostra imune a eles quando a consciência o convence de estar fazendo aquilo que é certo. Auto-exame é o que faz a diferença entre aqueles que vivem para preservar sua imagem e a reputação daqueles que vivem para o que é verdadeiro e real.

Caio Fábio - Escrito em 2003


Via http://www.caiofabio.net/

domingo, 17 de fevereiro de 2013

O olhar - Corrie ten Boom


“Se você olhar para o mundo, ficará aflito. 
Se olhar para si, ficará deprimido. 
Mas, se olhar para Cristo, ficará des-cansado!”.

                                      Cornelia Johanna Arnolda ten Boom, 
                                                                              conhecida como Corrie ten Boom foi uma escritora e resistente 
                                                                                     holandesa que ajudou a salvar a vida de muitos judeus ao     
                                                                                 escondê-los dos nazistas durante a II Guerra Mundial. 


segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Acreditar e agir - Donald Miller


 
"... aquilo em que acredito não é o que digo acreditar; 
o que eu acredito é o que eu faço". 
                                                            Donald Miller

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Homossexualidade e consciência - Gerard J. M. Van Den Aardweg, PH.D.

 

A consciência é um assunto muito negligenciado na psicologia e psiquiatria modernas. O seu substituto neutro, o assim chamado superego freudiano, não pode explicar a dinâmica psicológica da consciência moral autêntica do homem. O superego é definido como a soma de todas as regras aprendidas de comportamento. O “bom” e o “mau” comportamento não dependem de valores absolutos, mas de códigos culturais essencialmente arbitrários. A filosofia que está por trás dessa teoria afirma que as normas e os valores são relativos e subjetivos: “Quem sou eu para dizer o que é bom ou não para você, o que é normal ou anormal?”

Mas, na verdade, todos, inclusive o homem moderno, de um modo, ou de outro, ora com maior clareza, ora com menos precisão, “sabe” da existência de leis morais “eternas”, como já eram chamadas pelos antigos, e reconhece espontaneamente o roubo, a mentira, a fraude, a infidelidade, o assassinato, o estupro e assim por diante, como intrinsecamente maus (maus em si mesmo) e a generosidade, a coragem, a honestidade e a fidelidade como intrinsecamente boas, belas. Embora a imoralidade e a moralidade sejam em geral mais evidentes no comportamento dos outros (Wilson 1993, 11), ainda percebemos essas qualidades em nosso próprio comportamento. Há uma percepção interior da iniqüidade intrínseca de certos atos e planos, por mais que o ego esteja inclinado a reprimir essa percepção para não precisar abandonar esses atos e planos. Esse juízo interior moral do eu é obra da consciência autêntica. Embora seja verdade que certas manifestações de autocrítica moral sejam neuróticas e que as percepções da consciência possam ser distorcidas, de modo geral a consciência humana aponta para realidades morais objetivas, que são mais do que simples “preconceitos culturais”. Iríamos longe demais se quiséssemos reforçar esta opinião com dados e fatos da psicologia. Para o observador crítico, entretanto, as evidências da “consciência autêntica” estão em toda parte.

Essas notas não são supérfluas, porque a consciência é um fator psíquico facilmente esquecido na discussão de um tema como a homossexualidade. Por exemplo, não podemos passar por alto o fenômeno da repressão da consciência, que de acordo com Kierkegaard é muito mais importante do que a repressão da sexualidade. A repressão da consciência jamais é perfeita, nem mesmo no chamado psicopata. No fundo do coração, permanece certa consciência da culpa ou, segundo a terminologia cristã, de pecado.

O conhecimento da consciência autêntica e sua repressão é extremamente importante para todo tipo de “psicoterapia”. Porque a consciência é sempre um participante na motivação e no comportamento. Os terapeutas que não têm visão destes fatos não podem realmente entender o que se passa na vida interior de muitos clientes e correm o risco de interpretar mal aspectos importantes de sua vida de um modo prejudicial. Não utilizar a luz da consciência de seu cliente, por mais obscura que seja, significa que fracassaremos em descobrir os melhores meios, as melhores estratégias. Dentre os cientistas modernos do comportamento, ninguém mais do que o famoso psiquiatra francês Henry Baruk (1979) destacou tão enfaticamente a função central da consciência autêntica – mais que o seu sucedâneo freudiano – na personalidade, mesmo em pacientes com sérios distúrbios mentais.

Em nosso tempo, porém é muito difícil para muitos convencer-se de que, além da existência dos valores morais absolutos, deve haver também valores morais universais no campo da sexualidade. Mas apesar da ética sexual liberal predominante, muitos tipos e desejos de comportamento sexual ainda são geralmente chamados “sujos” ou “repugnantes”; em outras palavras, os sentimentos dessas pessoas com relação ao sexo imoral na verdade não mudaram (sobretudo quando se referem ao comportamento dos outros). O prazer sexual procurado exclusivamente para sua própria satisfação, com ou sem a assistência de outra pessoa, desperta sobretudo sentimentos de aversão e até repugnância em outras pessoas. Por outro lado, a autodisciplina na sexualidade normal – castidade é o termo cristão – é quase universalmente respeitada e honrada.

O fato de as perversões sexuais serem sempre vistas em toda parte como imorais se deve ao seu caráter antinatural e à sua falta de sentido e objetivo, como também à sua natureza totalmente centrada no eu. Da mesma forma, entregar-se à gula sem freios, beber desbragadamente e cobiçar as coisas materiais são comportamentos sentidos pelos outros, por aqueles que observam tais comportamentos como repulsivos. O comportamento homossexual por isso é um comportamento sexual que inspira nojo nas outras pessoas. Esta é a razão por que os homossexuais que defendem seu estilo de vida não chamam atenção para suas práticas sexuais, mas em vez disso, concentram-se na representação do “amor” homossexual. E para contra-atacar a aversão psicologicamente normal às atividades homossexuais, eles inventaram a idéia da “homofobia”, pervertendo assim o que é normal em algo anormal. Muitos deles, porém, admitem que se sentem culpados por seu comportamento (uma ex-lésbica, por exemplo, descreve seu “senso de pecado” em Howard 1991), e não só os de formação cristã. Muitos exprimem a aversão de si mesmos depois de terem tido contatos homossexuais. Sintomas de culpa estão presentes mesmo naqueles que proclamam que seus contatos são coisas apenas lindas. Certas manifestações de inquietação, de tensão, uma incapacidade de verdadeira alegria, uma propensão para acusar e provocar podem ser atribuídas às reações da “consciência culpada”. É difícil realmente para os viciados em sexo reconhecer subjacente nas suas profundezas da alma uma insatisfação moral consigo mesmos. O desejo sexual tende a obscurecer os sentimentos morais geralmente mais fracos que, entretanto, não podem ser totalmente sufocados.

Na verdade, o argumento melhor e mais decisivo para um homossexual usar contra a condescendência com suas fantasias é seu mais íntimo sentimento com relação ao que é puro e ao que é impuro. Como, porém, trazer isso à luz clara da consciência? Pela sinceridade consigo mesmo e pela reflexão serena, aprendendo a ouvir a consciência e aprendendo a não ouvir em seu íntimo argumentos deste teor: “Por que não?” ou “Não posso deixar de satisfazer essas exigências” ou “Tenho o direito de seguir a minha natureza”. Reserve algum tempo, algumas semanas, para esse processo de aprender a ouvir. Caminhe um pouco e coloque para si mesmo esta questão: Se eu cuidadosamente e sem preconceito me abrisse aos estímulos mais profundos da consciência, como me sentiria com relação ao meu modo de vida homossexual? E me afastaria desse comportamento? Só um ouvido sincero e corajoso, disposto a ouvir a resposta, é capaz de perceber as diretrizes da consciência.

Extraído de “A batalha pela normalidade sexual – Gerard J. M. Van Den Aardweg, PH.D.”

Gentilmente cedido pelo site Closet Full o qual conheci há alguns dias e que já tem me feito extremamente bem... Agradeço ao Senhor por me direcionar, alimentar meu espírito e pela iniciativa dos produtores do site. Peço a Deus que os abençoe e que eles  possam ajudar a muitos nessa jornada!